Sobre a SECC

Empresas não deveriam descobrir o risco quando a crise já começou.

Turnaround aprendido em campo virou método, o método virou produto — e o produto mantém a pessoa no comando do que não se automatiza. O sistema muda de marcha conforme a empresa muda, da urgência à continuidade.

Abordagem SECC

Do primeiro sinal à continuidade.

Cinco movimentos conectados
  1. 01Antecipar
  2. 02Intervir
  3. 03Estancar
  4. 04Reconstruir
  5. 05Perenizar
ContextoLeitura integrada
DecisãoResponsabilidade humana
ExecuçãoAcompanhamento contínuo
250 +
turnarounds na prática — forjado em campo, não na teoria
R$ 35 bi
em operações conduzidas ao longo da trajetória
20 anos
recuperando empresas
Por que a SECC existe

A SECC nasceu para transformar contexto disperso em direção.

Quando o tempo encurta, não basta ter informação. É preciso conectar o que está acontecendo, o que precisa ser decidido e quem mantém o plano em movimento.

  • Informação fragmentada

    Finanças, operação e riscos são analisados em lugares diferentes, sem uma leitura comum para quem precisa decidir.

  • Método pouco acessível

    Ferramentas genéricas mostram partes do problema; consultoria de profundidade costuma chegar de forma cara e artesanal.

  • Problema percebido tarde

    Muitas empresas reconhecem a gravidade quando caixa, prazo e margem de manobra já estão pressionados.

O valor que buscamos criar em qualquer fase da empresa.

  • Eficiência

    Menos retrabalho para reunir, revisar e interpretar informações.

  • Controle

    Uma leitura comum da empresa para alinhar quem decide e quem executa.

  • Inteligência

    Tecnologia apoiada no contexto real da empresa, não em respostas genéricas.

  • Decisão

    Prioridades fundamentadas em evidências e lacunas visíveis.

  • Previsibilidade

    Sinais acompanhados antes que caixa e risco se tornem urgência.

  • Eficácia

    Decisões transformadas em ações que continuam em movimento.

Como a SECC atua

O mesmo sistema antecipa, intervém, estanca, reconstrói e ajuda a perenizar.

A intensidade do trabalho muda conforme a saúde da empresa. O contexto e a responsabilidade não recomeçam a cada mudança.

  1. 01

    Antecipar

    Ler sinais fracos e acompanhar a saúde do negócio antes da crise.

  2. 02

    Intervir

    Agir sobre desvios relevantes enquanto ainda existe espaço de manobra.

  3. 03

    Estancar

    Concentrar decisões na proteção do caixa e da continuidade.

  4. 04

    Reconstruir

    Organizar a retomada e transformar o primeiro alívio em recuperação.

  5. 05

    Perenizar

    Consolidar governança, disciplina e prevenção para o próximo ciclo.

Nosso método

Tecnologia organiza o contexto. Pessoas assumem as decisões.

A SECC amplia a capacidade de empresários e especialistas sem substituir quem conhece o negócio e responde por ele.

  • Ler o negócio por inteiro

    Sinais financeiros, operacionais e jurídicos entram na mesma leitura para revelar prioridades.

  • Evidência antes de opinião

    Indicadores e sinais apontam para uma origem. Quando faltam dados, a lacuna permanece visível.

  • Pessoas no comando

    A tecnologia organiza contexto e trabalho; decisões críticas continuam sob responsabilidade humana.

  • Decisão acompanhada até a execução

    A recomendação não encerra o trabalho. Cada frente avança com responsável, prazo, estado e histórico.

Quem responde pela SECC

Dois fundadores, um método construído em campo.

Turnaround não se aprende em teoria — os dois trouxeram a prática para dentro do produto.

Retrato de Estevão Seccatto
CEO e cofundador

Estevão Seccatto

Um dos principais especialistas em turnaround do Brasil: 20 anos de campo e 150+ empresas reestruturadas. Professor na FIA, autor de 4 livros e apresentador do “Virando a Mesa” na BM&C News. Ex-head global de M&A da Atento (NYSE).

Retrato de Rafael Terceiro
Cofundador

Rafael Terceiro

Especialista em reestruturação financeira, captação e gestão de caixa. Senior Partner na StonePartners e sócio-fundador da Athos Consultoria. Passagem por KPMG em turnaround e anos como Controller na indústria.

Conselho consultivo

Experiências diferentes para decisões que não cabem em uma única disciplina.

O conselho reúne operação industrial, governança, finanças, capital e estratégia ao redor do método.

  • Retrato de Alberto O. Neto
    Conselheiro

    Alberto O. Neto

    governança e empresas familiares

    Sócio fundador da LVR7, consultoria de finanças, governança e conflitos em empresas familiares. Formado em Administração Pública pela FGV-EAESP e mestre em Psicologia Organizacional pela University of Hartford, com mais de 20 anos em consultoria, M&A e RH.

  • Retrato de Andrei La Neve
    Conselheiro

    Andrei La Neve

    operação industrial e reestruturação

    Sócio fundador da Quant Partners, engenheiro de telecomunicações. Em 18 anos à frente de reestruturações industriais como diretor e gestor de PCP, reduziu R$ 100 milhões em custos fixos e R$ 350 milhões em capital de giro, com ganho de mais de 30% em produtividade. Hoje desenvolve IA de sequenciamento de produção para a indústria.

  • Retrato de Glauber Rocha
    Conselheiro

    Glauber Rocha

    private equity, mercado financeiro e ESG

    16 anos em Private Equity e Mercado Financeiro — passagens por Henkel, KKR, CVC Partners e London Stock Exchange Group, hoje sócio na Tout Partners. Atuou em transações corporativas em mais de 25 países. Coautor do livro “Turnaround 100 Segredos”, com Estevão Seccatto.

  • Retrato de Karime Hajar
    Conselheira

    Karime Hajar

    capital estratégico, governança e execução

    Executiva com mais de 15 anos em venture capital, M&A e governança, com passagens por BASF, Cielo e TOTVS. Engenheira Naval pela Poli-USP e mestre pela École des Ponts ParisTech, coordenou o Comitê de Corporate Venture Capital da ABVCAP e recebeu duas vezes o Global Corporate Venturing Rising Stars Award.

  • Retrato de Leandro Rafael
    Conselheiro

    Leandro Rafael

    finanças, controladoria e estratégia

    Executivo de Finanças, M&A e reestruturação com mais de 14 anos — projetos para Stone, Raízen, Kraft Heinz e Suzano. Mestre em Administração pela FGV EAESP, com mais de R$ 18 milhões em valor gerado em conselhos e comitês de finanças que integrou.

Conheça o sistema que acompanha a empresa antes, durante e depois da crise.

Veja como sinais, decisões e ações permanecem conectados quando a situação da empresa muda.